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Seis Grades Perdas em Manutenção

1 - Quebra de máquinas: o maior fator que prejudica a eficiência é a perda por quebra. A quantidade de itens que deixam de ser produzidos porque a máquina quebra.

É a mais conhecida e facilmente calculada.

Deva ser combatida com uma manutenção preventiva eficaz.

2 - Perda por produto defeituoso e retrabalho: esta é a perda relativa ao produto defeituoso e ao retrabalho. Quando se refere ao produto defeituoso de um modo em geral, a tendência é considerá-lo como produto descartado, porém, o produto com retrabalho (produto restaurado) deve ser considerado também como produto defeituoso, visto que é preciso um tempo desnecessário para a sua recuperação (operação que não agrega valor).

3 – Perda por ajustes e regulagens: esta perda se refere àquela provocada por parada associada à mudança de linha e ajustagem de máquinas. O tempo de mudança representa o tempo desde a parada do produto que vinha sendo produzido, até a preparação do outro produto que será produzido, sendo que a regulagem do equipamento é a fase que toma mais tempo.



4 – Redução do ciclo (Baixa velocidade):



A quantidade de itens que deixa de ser produzido em decorrência de equipamentos que ficam esperando a uma velocidade mais baixa do que o especifico pelo fabricante.



5 – Perda por imprevistos no início da operação e queda do rendimento:



É a quantidade de itens que é perdida

(para todos os efeitos é como se eles não tivessem sido produzidos).

Por qualidade insatisfatória. "







E finalmente a Perda 6

Perdas com START UP “ARRANQUE".

 O índice de perda é em geral maior.

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